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Caracol, caracol, onde está o sol?






















Há muito que queria fazer cinnamon rolls, também conhecidos por cinnamon buns ou cinnamon swirls.
Mas vocês sabem que entre mim e o tempo de repouso e de levedura das massas existe, digamos que, uma certa incompatibilidade.

[Quero mudar isso. Quero ganhar vontade e criar as oportunidades para fazer as massas - de pão, de brioche, etc - como manda a lei, com direito a todas as horas de que precisam para crescer e ficarem maravilhosas. Se não conseguir inverter isto antes, fica como desejo para 2015, que o fim do ano está aí não tarda nada.]

Como me apetecia muito fazê-los mas não tinha tempo para a receita tradicional, procurei uma versão simplificada e encontrei esta. Confesso que comi a foto com os olhos e acreditei que iriam ficar muito parecidos com os tradicionais (que eu nunca fiz, mas tenho ideia de serem muito parecidos com os que vendem no IKEA).

Pois, mas se há receitas que pedem para a massa repousar umas três horas, deve ser por alguma coisa. Não que estes não tenham ficado bons, pelo contrário, ficaram óptimos. Só que a massa não tem nada a ver com o que eu estava à espera. Ficou mais parecido com uma massa quebrada, com o crocante da massa a contrastar com o recheio húmido de manteiga, açúcar mascavado e canela, o que acabou por ser um delicioso bónus, para quem estava triste por não ter conseguido aquela massa mais fofa, tipo croissant.

Combinaram muito bem com o café (tomado sem açúcar, que os caracóis são bem doces), mas imagino que também fiquem muito bem com um chá.

Se por estes dias frios e cinzentos apetecer um miminho mas o tempo para a cozinha não for muito, sigam estes caracóis de passo bem rápido. Até porque podem variar o recheio: chocolate ou Nutella não iam ficar nada mal ;)














CARACÓIS DE CANELA RÁPIDOS
(ligeiramente adaptado daqui)

Para a massa:
2 chávenas* de farinha sem fermento T55
2 colheres de sopa de açúcar
1 colher de sopa cheia de fermento em pó
1 pitada de sal fino
1/4 de chávena de manteiga ou margarina (usei Vaqueiro)
3/4 de chávena de leite (usei magro)

Para o recheio:
1/3 de chávena de manteiga ou margarina (usei um pouco menos e Vaqueiro)
1 chávena mal cheia de açúcar mascavado
1 colher de sopa de canela em pó (ou a gosto)

*chávena = 250 ml de capacidade

Ligue o forno nos 180º. Forre uma ou duas formas rectangulares ou quadradas (eu usei uma grande e uma mais pequena) com papel vegetal, unte com manteiga e polvilhe com farinha (ou use spray desmoldante). Numa taça grande, junte os ingredientes secos, misture bem com um garfo e junte a Vaqueiro em pedaços. Misture com as mãos até ficar em migalhas grossas e junte o leite aos poucos. Amasse e junte mais leite ou mais farinha até ter uma massa que se descola e se amassa sem dificuldade. Transfira para uma superfície de trabalho enfarinhada e amasse durante um ou dois minutos. Estenda com o rolo dando-lhe um formato rectangular. Barre a massa com Vaqueiro (usei as mãos) e espalhe por cima o açúcar misturado previamente com a canela em pó. Enrole (se enrolar pela parte mais comprida, vai obter mais caracóis, se enrolar pela parte mais curta, vai obter menos caracóis mas com mais camadas, mais largos). Com uma faca, parta em fatias com cerca de 2 cm de altura. Coloque os caracóis nas formas, bem separados entre si porque vão crescer bastante para os lados. Leve ao forno entre 15 a 20 minutos.



Coisas que não me importava de ter na minha cozinha #7



Esta rubrica tem andado um pouco ausente, mas não esquecida!
E como o Natal se aproxima a passos largos, hoje trago uma wishlist dedicada às mesas e aos ambientes festivos que associamos a esta época do ano.
Mais do que ter estas coisas na minha cozinha, gostava de as ter na sala e na minha mesa de jantar, quando em dezembro receber a família e os amigos. Depois de mais de uma década a reutilizar os mesmos elementos e sempre em tons de vermelho, este ano quero fazer algo diferente e já decidi que a árvore vai ter enfeites dourados.

Gosto mesmo de tudo o que está na imagem, mas tenho dois preferidos: a jarra e os christmas crackers. Esta tradição anglo-saxónica torna os encontros natalícios ainda mais animados e se forem especialmente bonitos dão à mesa um toque de festa especial, podendo inclusivamente servir de marcador de lugar.
Quem sabe este ano não me encho de coragem e faço os meus próprios x-mas crackers, com a ajuda da tia Martha?

Boa semana!


Ninguém mexa no meu queijo (nem no meu forno)!































Acho que já disse aqui que não podia viver com uma cozinha sem forno. Mesmo no Verão, em dias quentes, ligo-o muitas vezes. Para além dos bolos e das bolachas, em que é que o seu uso é quase incontornável, gosto imenso de comida de forno, sejam entradas ou pratos principais. Até porque normalmente são opções muito práticas: podem ser feitas com antecedência e no momento é só enfiá-las lá, marcar o temporizador (uso sempre, porque sou uma distraída!) e aproveitar aquele tempo para fazer outras coisas.

Mas a receita que trago hoje tem outra coisa que eu adoro: queijo!
Queijo + forno:  haverá combinação mais deliciosa?
Recentemente recebi este livro da minha sogra e fiquei rendida: tem fotografias lindas, imensa informação sobre o fabrico e os tipos de queijo, as melhores combinações de vinhos com os diferentes queijos e ainda receitas de nos ficarmos a babar.

Há uns tempos experimentei um "mac'n'cheese" da Nigella Lawson mas não morri de amores. Quando li a receita deste livro, fiquei obcecada e fui de propósito comprar a mostarda e o molho inglês que a receita pede, para conseguir um resultado o mais aproximado possível do original. E, acreditem, o resultado é muito bom! Superou as minhas expectativas. É cremoso, saboroso... e podia continuar com elogios, mas não vos quero fazer sofrer mais. Passemos à receita :)



MACARRÃO COM QUEIJO (DELICIOSO)
(do livro "Tudo sobre Queijo" de Fiona Beckett, com alguns ajustes nas quantidades)

Para 3 ramekins como os das fotos

30 g + 80 g de queijo cheddar
25 g de manteiga
25 g de farinha
300 ml de leite 1/2 gordo (gordo, na receita original)
130 g de macarrão
Cerca de 1/2 colher de chá de mostarda de Dijon
5 gotinhas de molho inglês
Sal e pimenta preta a gosto

Ligue o forno nos 170ºC. Forre um tabuleiro com papel vegetal e rale os 30 g de queijo.
Coloque numa camada sobre o papel vegetal e leve ao forno já quente cerca de 6 minutos ou até estar bem derretido, com uma cor dourada e com os lados a ficarem acastanhados. Retire, destaque do papel vegetal e deixe arrefecer sobre papel de cozinha, para absorver a gordura (isto vai dar uma textura crocante ao prato). Não desligue o forno e rale o restante queijo.
Num tachinho leve ao lume a manteiga, deixe derreter e junte a farinha, mexendo bem. Retire do lume e junte o leite pouco a pouco. Volte a levar ao lume, mexendo sempre até ferver. Deixe fervilhar cerca de 5 minutos, mexendo, a ideia é ficar um béchamel leve e pouco espesso. Reserve.
Entretanto coza a massa em água a ferver com uma pitada de sal. Quando a massa estiver praticamente al dente, junto ao molho béchamel cerca de 40 g de queijo ralado, a mostarda, o molho inglês e um pouco de pimenta preta acabada de moer. Prove e adicione mais sal ou pimenta se achar necessário. Envolva tudo muito bem. Coloque o forno na posição 'grill'. Escorra a massa e divida-a pelos ramekins. Coloque numa tábua o queijo gratinado anteriormente e parta-o aos pedacinhos com uma faca. Divida-o pelos ramekins, envolvendo a massa neste queijo crocante com uma colher pequena.
Verta o molho de queijo por cima da massa, dividindo-o pelos três ramekins e por fim polvilhe estes com o restante queijo ralado. Leve ao forno na posição central cerca de 5 minutos ou até o queijo estar bem derretido e gratinado, a borbulhar. Sugiro que sirva com uma salada de verdes ao lado (rúcula, espinafres, alface...).


Um bolo que é uma festa.




A semana passada um dos meus irmãos fez anos e coube-me a mim fazer o bolo. Apesar de ter uma capa de argolas na prateleira da cozinha cheia de receitas 'valor seguro', a que recorro quase sempre neste tipo de ocasiões, desta vez resolvi experimentar uma receita nova. Ou melhor, duas: a massa do bolo é deste livro da Hummingbird Bakery, o recheio, cobertura e topping são de uma revista do Jamie.

Aos poucos, tenho vindo a concluir que não sou grande fã de bolos de chocolate. Se forem bolos de chocolate húmidos e intensos, como o brownie, até sou capaz de comer uma fatia, mas se estivermos a falar de bolos com fruta, frutos secos, cenoura... bem, esses são outra história e uma só fatia não chega. Por isso, há já muito tempo que não faço um bolo de aniversário de chocolate. Como a família e os amigos não se têm queixado, voltei a escolher uma receita 'choco-free'.

E revelou-se uma opção acertada. O recheio e a cobertura de queijo creme combinam na perfeição e o topping de nozes caramelizadas transforma-o num bolo com wow factor garantido.

Se a sábia e carismática Julia Child disse um dia que "a party without a cake is just a meeting", eu digo que qualquer refeição ou encontro que termine com este bolo, transforma-se imediatamente numa festa.














BOLO DE CENOURA E NOZES COM RECHEIO E COBERTURA DE CREAM CHEESE
E TOPPING DE NOZES CARAMELIZADAS

Para o bolo:
(ligeiramente adaptado daqui)

150 g de açúcar amarelo
2 ovos
150 ml de óleo de girassol
150 g de farinha sem fermento
1 colher de chá de fermento em pó
1 colher de chá de bicarbonato de sódio
1 pitada de canela em pó
1 pitada de gengibre em pó
1/4 de colher de café de extracto de baunilha
150 g de cenoura crua ralada
100 g de miolo de noz picado grosseiramente

Para o recheio/cobertura:
(ligeiramente adaptado de Jamie Magazine - Especial 50ª edição)

125 g queijo creme (usei Philadelphia)
40 g manteiga (usei Vaqueiro)
250 g de açúcar em pó

Para o topping:
(Jamie Magazine - Especial 50ª edição)

60 g de miolo de noz
100 g de açúcar

Comece por ligar o forno nos 180ºC.
Unte com manteiga e polvilhe com farinha duas formas de 16 cm, forre o seu fundo com papel vegetal e volte a untar/polvilhar (ou use spray desmoldante). Descasque e pique as nozes, descasque e rale as cenouras. Reserve.
Na taça da batedeira, junte o açúcar, os ovos e o óleo, bata até estar bem ligado. Junte lentamente a farinha, o bicarbonato, o fermento, a canela, o gengibre e o extracto de baunilha. Por fim, junte a cenoura e as nozes, envolvendo bem, manualmente. Divida a massa pelas duas formas e leve ao forno cerca de 30 minutos ou até um palito sair seco do interior dos bolos.

Entretanto, prepare o praline: espalhe as nozes, partidas em pedaços, numa folha de papel vegetal, mas não afaste demasiado uns pedaços dos outros. Num tachinho de fundo pesado leve o açúcar ao lume, temperatura média. Deixe estar até ficar em ponto de caramelo (vai demorar um pouco, mas nunca mexa, apenas pode ir rodando o tachinho, quando o açúcar começar a derreter, de forma a todo o açúcar ser transformado em caramelo). Quando estiver bem líquido e dourado (não deixe demasiado tempo ao lume, pois fica escuro e amargo), verta por cima das nozes, tentando que todas fiquem cobertas. Deixe arrefecer.

Depois dos bolos frios, prepare o recheio e cobertura: na Bimby ou noutro processador de cozinha ou até na batedeira, bata bem a manteiga. Junte o queijo creme e por fim o açúcar. Bata até ficar um creme macio.

Para montar, coloque um dos bolos no prato de servir. Barre com a mistura de queijo creme e coloque o outro bolo por cima. Barre novamente com o creme. Pode levar ao frio por algum tempo. Entretanto, destaque o praline, já frio, do papel vegetal e coloque sobre uma tábua. Com uma boa faca, corte o praline em pedacinhos (quanto mais pequenos, menos vistosos mas mais fáceis de comer). Espalhe por cima do bolo e faça a festa!




Coisas que não me importava de ter na minha cozinha #6

lume brando's wishlist #6
























1- caneca Royal Albert 2 jarro térmico Rosendahl 3  sweat bordada 4 bule Stelton 5 copo térmico Kate Spade 
6 caneca Pantone 7 chávena c/pires Zara Home  8 minibule c/chávena pintas douradas 9 caneca padrão vintage nórdico 10 chávena c/ pires branco/dourado
11 bule Sowden 12 bule passarinho dourado 13 caneca Biba 14 termos rosa coral 

Uma lista a pensar no dia de hoje, em que a chuva e o vento decidiram vir ajudar o Outono a ser... Outono. E com este tempo, o que é que apetece? Uma caneca de chá (ou café, daqueles à americana, que se bebe durante todo o dia, o meu tipo de café preferido), roupa confortável e um sofá, se for possível. As minhas peças preferidas deste mix? Gosto mesmo muito de todas, mas se tivesse de escolher só uma, seria o bule branco com o passarinho dourado.

Boa semana!


Brownies assustadores!


A noite mais assustadora do ano é já amanhã, mas ainda vão a tempo de preparar estes brownies gulosos. Não tem nada que saber: é só fazer o bolo, deixar arrefecer e usar cortadores de bolachas alusivos à data. A decoração pode ser mais ou menos elaborada, e podem sempre pedir ajuda aos mais novos, para terem a certeza de que vão sair umas criaturas bem engraçadas!

[Eu sei que há quem não suporte o halloween e ache um disparate as crianças portuguesas celebrarem-no de alguma forma. Apesar de cá em casa não festejarmos propriamente a data, a não ser com estes mimos doces, não consigo ser assim radical: afinal, é sempre mais um motivo para os miúdos fazerem coisas diferentes e divertidas e conhecerem uma tradição de outros países, o que me parece positivo. E na verdade, ao assinalar-se esta data não estamos a passar por cima de nenhuma outra. Pelo menos aqui no norte do país - à excepção da componente religiosa, cumprida fundamentalmente por católicos adultos - não temos o "pão por Deus" ou outra tradição que envolva os mais pequenos. Desde que não se entre na onda de consumismo a que as lojas nos querem obrigar (mas este bom senso é desejável em qualquer altura do ano), por que não assinalar esta data tão inofensiva, dedicada aos monstrinhos e aos pequenos medos?]

Happy Halloween!


















BROWNIES ASSUSTADORES

Para o brownie
(adaptado da revista Saveurs - Spécial Desserts 2013)

180 g de chocolate de culinária
150 g de chocolate branco partido em pedacinhos
130 g de manteiga
80 g de farinha sem fermento
175 g de açúcar amarelo
3 ovos


Para a decoração

Pasta de açúcar branca (usei da Vahiné)
Pasta de açúcar cor-de-laranja
Glacé (usei o lápis de pasteleiro branco da Vahiné)
Cortadores de bolachas temáticos

Pré-aquecer o forno nos 180º. Unte uma forma rectangular com manteiga, forre com papel vegetal e volte a untar, polvilhando-a com farinha. Derreta o chocolate com a manteiga e misture bem.
Bata os ovos com o açúcar. Junte a mistura de chocolate e manteiga derretidos. Envolva a farinha e por fim os pedacinhos de chocolate branco. Verta para a forma e leve ao forno cerca de 30 minutos.
Retire do forno e deixe arrefecer.
Quando estiverem bem frios, corte o brownie com as formas escolhidas e coloque sobre forminhas de papel. Se for usar pasta de açúcar, amasse-a um pouco para a tornar moldável e estique-a com o rolo numa superfície polvilhada com açúcar em pó. Lave bem os cortadores e use-os para cortar a pasta de açúcar. Com a ajuda de um pincel, humedeça as costas de cada figura em pasta de açúcar e cole no respetivo brownie. Com um palito, faça os olhos dos fantasmas e os veios das abóboras. Nos outros, use glacé ou o lápis da Vahiné para fazer os olhos do morcego, a fivela do chapéu de bruxa ou outros desenhos. Deixe assentar/secar, antes de servir.

Nota: vão sobrar bastantes aparas de brownie. Aproveite para servir com gelado, em taças individuais, por exemplo.

Grão a grão.

















É tão bom quando experimentamos uma receita pela primeira vez e sentimos que valeu a pena, que vai ser daquelas a repetir, não é?

Foi isso que me aconteceu com esta tarte de grão-de-bico. Há muito que a tinha visto no blog Be Nice, Make a Cake, um blog tão bonito como o próprio nome. Volta e meia vinha-me o lembrete à memória: "um dia destes tens de fazer a tarte de grão, não te esqueças da tarte de grão". Até que num destes sábados, quando o pirata mais velho decidiu que queria cozinhar e fazer bolos comigo, vi um frasco de grão no armário e pensei: "é mesmo hoje que fazemos a tarte de grão". Assim, e depois de uma boa dose de massa de crepes, fizemos a dois esta tarte (claro que a parte de que o L. mais gostou foi a de fazer a massa).

Faz lembrar as tartes de feijão, tem uma doçura e uma consistência húmida que torna impossível comer só uma fatia. A receita original é bem mais original: leva pretzels. Como não tinha, não usei, mas acredito que o sal dos pretzel lhe dê um toque especial. A outra diferença em relação à tarte da Rosa (para além de eu ter usado grão de frasco, já cozido), é que em vez de usar raspa de laranja, usei de limão.

Se vou mudar alguma coisa da próxima vez? Só talvez levar a massa quebrada ao forno antes de rechear, para ficar mais crocante e dourada. De resto, não mudo nada, ficou óptima assim!*



TARTE DE GRÃO-DE-BICO
(ligeiramente adaptado daqui)

Para a massa quebrada:
150 g de farinha T55 sem fermento
70 g de manteiga fria partida em pedaços

25 ml de água

Para o recheio:
250 g de açúcar
140 g de grão-de-bico cozido e triturado (usei já cozido, de frasco)
20 g de manteiga derretida e arrefecida
2 ovos
2 gemas
Raspa de 1 limão

Canela em pó qb

Ligue o forno nos 180º C. Coloque a farinha e a manteiga numa taça grande e, com a ponta dos dedos, amasse os ingredientes. Assim que começar a ficar uniforme e algo elástica, junte a água e continue a amassar, vai ficar uma massa muito macia. Forme uma bola. Polvilhe a superfície de trabalho com farinha e estique a massa com o rolo, de acordo com a forma de tarte que vai usar (a minha tarteira era de fundo amovível e anti-aderente, por isso não forrei com papel vegetal, nem untei, mas podem fazê-lo). Coloque a massa quebrada sobre a forma, ajustando bem e eliminando o excesso. Pique o fundo com um garfo. Se quiser, coloque papel vegetal por cima da massa, encha de feijões ou pesos próprios e leve ao forno uns 10 minutos, ainda sem recheio. 
Noutra taça, junte e misture bem todos os ingredientes do recheio. Coloque este preparado sobre a massa da tarteira e leve ao forno cerca de 30 minutos.

* Só agora, a ler outra vez a receita do Be Nice, Make a Cake, é que vi que me esqueci de a polvilhar no final com açúcar em pó! Afinal acho que também vou fazer isto da próxima vez, pois fica ainda mais bonita.